Política: "Os ataques e a dor social do Brasil"
- Weverton Santiago

- 22 de mar.
- 1 min de leitura
Atualizado: 17 de jun.

A tendência é que a polarização de ideias e de projetos paute os debates políticos daqui em diante.
Antigamente, os ataques eram reservados à última semana de campanha, uma tentativa desesperada de convencer o eleitor por meio de uma régua moral e ética. A antecipação desse comportamento mostra, claramente, que nem a oposição nem a situação entenderam que o eleitor brasileiro está mais preocupado com os preços no supermercado, com o valor do combustível, com a saúde e com a educação. Isso sem mencionar a segurança pública, um trauma que desafia constantemente os Estados e seus governantes.
Enfim, o resgate da cultura de ataques é a comprovação de que a política e os seus atores não evoluíram, não entenderam ou seguem ignorando a real dor social do Brasil.
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